- 92% dos presentes na reunião não gosta do Frota.
- Quem chega atrasado às reuniões corre o risco de fazer figura de parvo.
- Quando cinco pessoas têm uma opinião, e uma pessoa apenas outra, ganha quem falar mais alto.
(Ou pelo menos parece ser esta a linha de pensamento vigente)
- Havia pessoas com armas escondidas no soutien, mas afinal não foram precisas.
(No entanto, como o Noddinho pediu para não falarmos dele…)
- A única pessoa que afinal queria mesmo cortar as fitas ao Frota era o próprio, que além de comparecer à reunião trajado ainda se disponibilizou a ceder a tesoura.
(O resto só não quer ser tratado pela designação da profissão mais antiga do mundo em calão, por exemplo… Manias!)
- O tecla quando quer arrumar o caderno veste o casaco e dá meia volta à sala.
- Devido à crise financeira internacional vigente, o habitual peditório da praxe será substituído pela venda de rebuçados de fruta a 1€ o rebuçado.
(Ainda bem que estamos em crise…)
- Foi enviado em acta, para o parlamento, um pedido expresso para que, de acordo com o novo acordo ortográfico, seja dada uma definição mais específica e objectiva do termo "motivos pessoais". Em anexo foram também enviadas sugestões tão variadas como "Ter uma unha do pé partida.", "Não saber andar de skate sentado" ou ainda "Qualquer coisa desde que seja para insultar o Frota", sendo que a última obteve maior apoio dos presentes na reunião, aquando da sondagem realizada à saída da mesma.
- O Frota tem falta de plaquetas.
- Estranhou-se a ausência dos anónimos de saco preto na cabeça, estando planeada para a próxima reunião um minuto de silêncio em honra do falecimento dos mesmos.
- Houve quem esperasse uma hora e tal para comparar o Hitler ao Gandhi.
- Na Praxe, quando alguém dá uma ordem os outros praxantes no local não dão ordens contrárias enquanto o(s) caloiro(s) não terminarem a primeira.
(Isto se calhar é um pouco confuso e difícil, é melhor anotar.)
- Quem tenta lavar na Praxe, a roupa suja de outros sítios, ainda não percebeu o que a Praxe realmente é.
- O ovo enquanto género alimentício é dotado de um valor inferior ao de um queque.
- Discussões como "viraste as costas antes", "não não, virei depois!". Despertaram em todos os presentes uma intensa nostalgia relacionada com os anos de escola primária.
("Último a ir à baliza!", "Não não, eu disse primeiro!")
- O Código da Praxe em ponto algum se refere ao “corte de fitas”, é um facto. No entanto recomendamos a leitura da Parte 1 do Capitulo II e a Parte 2 do Capitulo III.
(Na Praxe, como em qualquer sistema de regras, a ameaça de coação é indispensável. E pelo código, não é necessário enfrentar toda uma montanha burocrática para punir um faltoso. Só não toquem nas fitas que elas custam para cima de 20cent.)
- Quem acabou por dar o headshot foi, pasmem-se, o Cerqueira.
- Pedir desculpa quando se erra uma vez, é sinal de humildade e arrependimento. Pedir desculpa sistematicamente, quando muito, demonstra indiferença pela situação e pelos envolvidos.
- Apontar o dedo sem antes fazer um esforço para melhorar a situação é, geralmente, mais fácil.
Esta reunião já devia ter sido feita há muito tempo, ou melhor, o assunto já devia ter sido abordado há muito, porque reuniões houve. De qualquer modo, como em toda e qualquer situação importante, o Voz de Economia mais uma vez funcionou como veículo único da verdade deste curso, levantando questões pertinentes, despertando consciências e potenciando a discussão dos problemas.
Isto é serviço público!
Sempre ao vosso dispor,
A Administração.