A essência
Depois do primeiro ensaio no qual divagamos sobre a origem da palavra monho, aquilo que me leva a escrever novamente é a essência do termo em causa (MONHO… para os menos “desenrascados”!).
A essência de um monho esta no seu intelecto(ou na falta deste…!!) e não na sua aparência(…pronto, pronto, também ajuda!!). O monho é um ser capaz de expelir directamente do seu interior barbaridades inofensivas, mas também, frases com um poder de destruição temível(tenham medo, tenham muito medo)!! O ser do tipo monho(Também podia ser do tipo A+,A-;O+,O-!) é um ser com o qual devemos ter cuidados especiais(ninjas e tudo…a sério!) numa tentativa de abordagem, como por exemplo não tentar comunicar num dialecto que não o monhês(eu é que curto…brum,brum!!), sob pena de, para além de com outro dialecto não conseguir estabelecer a comunicação, ser visto com maus olhos pela comunidade dos monhos(MDPEA-Monhos de Portugal e Arredores), algo que embora até possa ser bom, pode ser também um desespero, dado que estes reúnem um conjunto de características capazes de incomodar qualquer um(Um bom antídoto é: E se fosses chatear outro histrião* como tu?).
- Produção: Pois é, Pois é….
- Agradecimentos: aos MDPEA(Força, continuem…a sério!!) por terem permitido a publicação da sua sigla, a todos os monhos em geral e em particular também(merecem…!) e ao meu Pai que me ofereceu o dicionário de português…sem ele nada disto seria possível!(a língua de Camões é foda!)
- No capitulo III do ensaio sobre a monhice: O habitat
* histrião: s.m. Palhaço; bobo; farsista;
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